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Computação Cognitiva: O que é e como será usada a favor das pessoas?

A computação cognitiva é um aliado do ser humano e pode ser aplicada em inúmeros segmentos, trazendo benefícios às pessoas. Quer saber mais sobre o termo e suas aplicações? Leia o nosso artigo e fique por dentro.

Computação Cognitiva

A relação entre o humano e a máquina já vem acontecendo há um bom tempo, desde o surgimento dos primeiros computadores, que, para funcionarem adequadamente, são programados. É como se recebessem e cumprissem ordens.

Porém, desde lá a tecnologia mudou muito. E o mundo mudou com ela. Imagine que, agora, ao invés de apenas serem programados para uma determinada função, tais dispositivos conseguem “aprender” por si mesmos, oferecendo soluções cada vez mais otimizadas. Essa é exatamente a proposta da Computação Cognitiva.

O que é a Computação Cognitiva, afinal?

Como o próprio nome já diz, é um conceito que busca atribuir cognição aos computadores, sistemas. Ao invés de se limitarem a sua programação, através de sistemas de autoaprendizagem eles são capazes de aprender com as experiências e, assim, fornecerem soluções ainda mais eficientes e até personalizadas.

Resumidamente, a computação cognitiva simula a habilidade cognitiva humana, ou seja, o modo de pensar e tirar conclusões acerca de algo.

Como a “Cognição das Máquinas” pode ser usada a favor das pessoas?

Computação Cognitiva em prol das pessoas

Como já dissemos anteriormente, existe uma grande gama de aplicações, desde para coisas simples do dia a dia como para questões mais importantes, como na área da saúde e segurança.

Vamos ver alguns exemplos, para ficar mais claro:

1. Área da Saúde: Um programa que avalia exames e fornece diagnósticos.

Existem certas doenças que apresentam alterações extremamente sutis em exames imagéticos, difíceis de enxergar a olho nu. Sabendo disso, pesquisadores desenvolveram um algoritmo que consegue identificar padrões e, consequentemente, apresentar um diagnóstico preciso acerca da condição do paciente.

No experimento, foi usado um gigantesco banco de dados para que o programa pudesse comparar casos e, assim, aprender os padrões característicos da doença em questão. No final do artigo deixaremos o link para essa matéria completa, caso tenha curiosidade.

Muitos avanços têm sido trazidos nessa área e, num futuro próximo, a ideia é que cada vez mais pessoas sejam diagnosticadas com antecedência, evitando agravação de seus casos.

2. Segurança: identificação de comportamentos suspeitos

Vale citar que esse é apenas um exemplo, dentro de muitas outras situações em que a computação cognitiva pode ser usada no âmbito da segurança.

Através de um sistema integrado de softwares e câmeras, as empresas são capazes de detectar um comportamento suspeito, seja dentro ou próximo ao estabelecimento. Isso acontece de acordo com a configuração do programa.

Vamos supor que alguém permaneça 5 minutos na frente de uma empresa, sem executar nenhuma tarefa específica. Esse comportamento pode ser considerado suspeito, logo, um alarme é emitido para o encarregado da segurança, a fim de atentar-se ao suspeito e, se preciso, tomar as devidas medidas de segurança. A partir dessa ação o cliente pode treinar a câmera para reconhecer esse e outros comportamentos suspeitos no ambiente monitorado.

As câmeras também possuem um ou dois processadores que analisam localmente as imagens capturadas e geram dados referentes a estas análises, que são conhecidos como meta dados e contêm informações, como: classificação do objeto diferenciando pessoa, carro, caminhão, moto, bicicleta ou coisa; velocidade; cor; tamanho; direção/sentido do movimento; etc.

Os meta dados podem ser analisados localmente para comparação com regras configuráveis tais como: cruzamento de linhas, velocidade máxima, tempo de permanência em determinadas áreas, sentido de fluxo, contagem de pessoas/objetos, tamanho de filas, etc. Caso alguma regra configurada seja encontrada nas imagens, vários tipos de alarmes podem ser iniciados automaticamente pela câmera, sem a necessidade de intervenção de um operador. Os meta dados podem ainda ser gravados localmente e/ou enviados para gravação centralizada.

Quer saber mais sobre como otimizar a segurança de sua empresa, com câmeras e sensores inteligentes e outras tecnologias? Contate-nos (linkar para site) e confira soluções completas.

Perceba que, em ambos os casos, o humano trabalha em conjunto com a máquina. O que muda é que agora ele está munido de uma ferramenta extremamente capaz e eficiente, auxiliando-o em suas decisões.

O médico ainda é responsável pelo primeiro contato, pela triagem e pelo diagnóstico final, assim como o encarregado da segurança e seu pessoal ainda são partes fundamentais do processo.

O que você pensa sobre o assunto? Conhece outras aplicações relevantes e gostaria de citar? Deixe nos comentários!

*Clique aqui para a matéria sobre computação cognitiva na área da saúde.



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